domingo, 27 de abril de 2008

Uso Popular do Vinagre de Maçã

Uso Popular do Vinagre de Maçã

Cabelo Para dar brilho e amaciar: Diluir 2 colheres de sopa de Vinagre de Maçã em meio litro de água. Após lavar o cabelo, enxaguá-Io com esta mistura. Decorrido 2 minutos, enxaguar com água morna pura. O uso continuado reduz a caspa e a queda de cabelo. Condicionador: Lavar normalmente os cabelos, enxaguando com água. Friccionar o couro cabeludo com Vinagre de Maçã puro ou diluído. Retomar a enxaguar os cabelos com água morna pura após 2 minutos. Pele

Tonificador da Pele:
Para equilibrar o balanço ácido-alcalino do corpo, diluir 2 colheres de Vinagre de Maçã em meio litro de água. Lavar a pele com esta mistura. Após 2 minutos lavar com água. O excesso ou a falta de oleosidade da pele tendem a se normalizar com o uso freqüente desta prática. Revitalizador após a exposição solar: Aplicar nas partes do corpo que estiverem expostas ao solo Vinagre de Maçã para refescar, tonificar e evitar o esfoliamento da pele. Condicionador do Corpo: Para aliviar o stress e regularizar o tonus da pele e dos músculos acrescentar 6 colheres de Vinagre de Maçã na água do banho de imersão.

Outros Usos

Facilitador da Digestão:
Engordamos porque ingerimos mais energia do que gastamos, e este excedente é convertido em reservas, sob a forma de gordura. A gordura reduzida é aquela que ingerimos na alimentação. O Vinagre de Maçã, facilita ao organismo sua eliminação, não permitindo que parte desta gordura ingerida seja assimilada. A medicina popular recomenda ingerir durante a refeição, 2 ou 3 colheres de chá de Vinagre de Maçã diluído em água, como se fosse um chá ou refresco ou ainda, 4 gotas de Vinagre de Maçã sobre a língua.

Flatulência (gases): sempre que cozinhar feijão ou outras leguminosas, coloque na panela do cozimento meio colher de sopa de Vinagre de Maçã. Os grãos ficam macios e fáceis de serem digeridos.

Tônico diário contra fadiga:
A perda de iniciativa e de entusiasmo; a sensação de cansaço quase permanente, mesmo após um sono natural; a dificuldade em conciliar o sono; são algumas indicações de disfunções orgânicas que podem ser regularizadas com 1 colher de mel de abelhas e 1 colher de sopa de Vinagre de Maçã, diluídos em 4 copos de água. Dividir em porções mínimas. Bebê-Ias durante o dia. Hipertensão: A medicina tradicional de Vermont recomenda diminuir o teor de proteínas, açúcares e sal; trocar os alimentos à base de trigo pelos de milho e centeio; aumentar a ingestão de ácidos orgânicos naturais encontrados nos vegetais. Como auxiliar da dieta, 2 ou 3 colheres de chá de Vinagre de Maçã, diluído em água morna ou fria, podendo-se beber diversas vezes ao dia como se fosse um chá ou i refresco. Diarréia: 3 colheres de Vinagre de Maçã diluídas em um copo de água fervida, de 2 em 2 horas, até que seja solucionado o problema. Indigestão: 2 colheres de chá de Vinagre de Maçã diluídas em água morna 3 vezes ao dia. Age como auxiliar ativo das funções enzimáticas, necessárias para uma boa digestão. Dor de garganta: Adicionar a meio copo de mel 2 (duas) colheres de sopa de Vinagre de Maçã. É importante misturar bem antes de usar. Ingerir uma colher de chá 6 vezes ao dia, desta mistura, deixando-a na boca o maior tempo possível. A primeira dose deve ser bebida ao despertar e em jejum, e a última na hora de ir para a cama. Esta mistura ajuda a eliminar bactérias e diminuir as inflamações. Aftas: Misture 2 colheres (sopa) de Vinagre de Maçã em um copo de água. Fazer bochechos com a mistura, diversas vezes. Esmagando 1 folha de sálvia no vinagre melhoram os resultados. Bibliografia. .

"LOS ALIMENTOS MILAGROSOS" Erwin Moller, Edit. Grijalbo. "FOLK MEDICINE" D.e. Jarvis, M.D. Faucet Crest, New York. A TENÇÃü:

As indicações acima são meramente informativas do uso popular do Vinagre de Maçã. Não são prescrições médicas.
A título informativo apresentamos, abaixo, uma síntese de alguns assuntos encontrados no livro do Dr.D. C. Jarvis.


Enxaqueca
Para ajudar a restabelecer o equilíbrio metabólico do organismo, deve-se introduzir na alimentaçê\.o ácidos orgânicos, os quais podem ser encontrados nos vegetais e também no Vinagre de Maçã. Por isso a medicina regional do Vermont recomenda 2 ou 3 colheres de chá de Vinagre de Maçã diluído em água, morna ou fria, bebido em jejum e a qualquer hora, como se fosse um chá ou refresco. Pode-se acrescentar 1 ou 2 colhe­res de chá de mel de abelhas.

Fadiga
A perda de iniciativa e de entusiasmo; a sensação de cansaço quase que permanente, mesmo após um sono natural; a dificuldade em conciliar o sono, são indicações de disfunções orgânicas que podem ser regularizadas com 2 colheres de chá de mel de abelhas e 1 colher de sopa de Vinagre de Maçã, diluídos em água morna ou fria, bebido várias vezes ao dia.

Obesidade
A medicina regional do Vermont lança mão do Vinagre de Maçã para diminuir a papada e o excesso de gordura, recomendando 2 ou 3 colheres de chá do vinagre, diluído em água morna ou fria, bebido em jejum, diversas vezes ao dia, como se fosse um chá ou refresco.

Garganta
o remédio regional mais utilizado no Vermont para curar a inflamação e a dor de garganta são os gargarejos feitos com uma mistura de uma colher de sopa de Vinagre de Maçã com 3 colheres de sopa de água, aplicados de 2 em 2 horas.

Tonificador da Pele
após exposição solar Após uma exposição solar, é aconselhável aplicar em todo o corpo o Vinagre de Maçã para refrescar, tonificar evitar o descasmento da pele.

Hipertens~o
A medicina do Vermont recomenda: diminuir o teor de proteínas, açúcar e sal refinado; trocar os alimentos à base de trigo pelos de milho e centeio; aumentar a ingestão de ácidos orgânicos naturais encontrados nos vegetais e auxiliar a dieta com 2 ou 3 colheres de chá de Vinagre de Maçã, diluído em água morna ou fria, bebido diversas vezes ao dia, como se fosse um chá ou refresco.

Condicionador da Pele
Espalhar com a palma da mão um pouco de Vinagre de Maçã puro ou diluído, na região do corpo que interessar. Deixar secar. Lavar com água pura se desejar. O excesso ou falta de oleosidade da pele tenderá a se normalizar com o uso freqüente desta prática. Condicionador de Cabelo Lavar normalmente os cabelos, enxaguando com água pura. Friccionar o couro cabeludo com Vinagre de Maçã puro ou diluído, retomando a enxaguar os cabelos com água pura.

Mau Hálito
Para combater o odor desagradável do hálito pessoal sugere-se o uso de 2 colheres de chá de Vinagre de Maçã diluídas em água, bebidas após as refeições e durante o dia. Para auxiliar no tratamento, aconselha-se manter uma alimentação equilibrada e higienizar os dentes e a camada branca da língua com a escova dentária.

Dores Corporais
No Estado Americano de Vermont, combate-se as dores lombares, dores nas juntas, artrite, reumatismo e do geral, com 2 colheres de chá de Vinagre de Maçã, com água, como se fosse refresco ou chá, diversas vezes a dia. Externamente o vinagre pode ser aplicado nos locais doloridos. Desenvolvimento O Vinagre de Maçã, quando acrescentado na dieta de pintos e frangos, misturado na ração ou na água de beber, resulta em aves de maior peso, crescimento mais rápido, de carne mais firme, de ossos mais fortes e de maior resistência à incidência de doenças.

domingo, 13 de abril de 2008

A Lenda de Maní

A Lenda de Maní( Lenda tradicional da Amazônia, recontada por Esperança Alves* )

"Há muito tempo, na Amazônia, em uma tribo indígena, pertencente à ancestral matriz Tupi, a mais bela “ cunhãtã” , filha do cacique, apareceu grávida, misteriosamente. O pai, muito contrariado por sua filha trair os costumes do seu povo, afinal não estava prometida a nenhum jovem guerreiro, quis sacrificá-la à “ Tupã” , mas, foi detido de seu intento, após um sonho. Neste, um homem branco lhe apareceu comunicando a inocência da mãe virgem, escolhida para uma importante missão.
Passadas 09 luas, a mãe deu à luz uma linda menina, muito alva, a quem deu o nome de " Maní ". De início, todos acharam muito estranho a cor diferente de sua pele, mas com o tempo foram se acostumando, se encantando e vendo graça e beleza naquela criança por quem aprenderam a nutrir grande amor e respeito.
Um dia, misteriosamente, “ Maní” morreu sem ter adoecido. A comunidade inteira ficou desolada. A mãe e o avô ficaram muito, muito tristes. O Conselho das mulheres mais velhas orientou e cuidou de enterrá-la no centro da maloca do avô.
Dia e noite a mãe chorava sobre a sepultura de “ Maní” . Depois de certo tempo, para surpresa de todos, do chão brotou uma pequena e desconhecida planta. E o mais espantoso foi mesmo quando a terra se abriu e apareceram grandes e belas raízes. Um a um foi chegando para ver a grande novidade. Com grande apreensão e respeito colheram as raízes, percebendo que, por dentro, elas eram "branquinhas", pelo que imediatamente associaram com o corpo de “ Maní”. Acreditaram ser uma nova manifestação de sua vida. Por isso, deram-lhe o nome de " Maní-oca ", que significa casa ou corpo de “ Maní” , na língua tupi.
A partir de então, nunca mais a população daquela aldeia Tupi passou fome, tornando-se a “ maní-oca”, ou mandioca, seu principal e sagrado alimento.
Saiba...
A mandioca tem um enorme valor cultural, não só na Amazônia, mas para toda a América do Sul, sendo encontrada do Norte da Argentina até o sul do México. Vários pesquisadores levantam a hipótese de sua domesticação ter se dado na região Amazônica com povos pertecentes ao tronco linguístico-cultural Tupi-Guarani, estes por sua vez, também sendo originários da mesma região (Pau-Brasil / org. Eduardo Bueno. – São Paulo: Axis Mundi, 2002).
Segundo a matéria “Mandioca, O Pão dos Trópicos” – Revista Ecologia & Desenvolvimento nr. 109, texto de “Nestor Cozetti e Aline beckestein”, ao todo, são encontradas 160 espécies de mandioca, sendo que 130 no Brasil, constituindo-se em principal alimento energético para 500 milhões de pessoas, sobretudo nos países em desenvolvimento, onde é cultivada em pequenas áreas e com baixo nível de tecnologia; Um terreno ocupado pela raiz da mandioca produz alimento em quantidade seis vezes superior à que produziria se ocupado pelo trigo, além de ser resistente e capaz de germinar em qualquer tipo de terreno, estando presente, em sua forma comum, em todas as lavouras de agricultura familiar - o que faz com que ela seja vista hoje por pesquisadores como solução para o combate à fome ; É o caso do pesquisador “Nagib Nassar” – PhD em genética e morfologia vegetal, professor agrônomo da Universidade de Brasília (UnB) – que vem desenvolvendo pesquisas nos últimos anos, com resultados exitosos, com fins de aumentar o teor nutricional da mandioca de 1,5% para pelo menos 5% de proteínas, com maior resistência à doenças, bactérias e vírus, cruzando espécies silvestres - que podem conter até 8% de proteína – com a mandioca comum – cujo teor máximo é de 1,5%.
Na Amazônia de hoje, a mandioca é indispensável e sagrada para a maior parte da população, servindo como fonte de alimentação e renda para as comunidades tradicionais, como também nas áreas urbanas: insumo básico para uma grande variedade de pratos e alimentos típicos como a tapioquinha, o beiju e o tacacá, sendo, no Pará, parceira indispensável para o consumo do vinho do Açaí - outra planta que tem origem mítica na cultura Tupi, e representa também o arquétipo da “Grande-Mãe Virgem”.
Tradicionalmente, aqui no Pará, o vinho do açaí é servido na Cuia - o nosso “Cálice Amazônico” - com farinha de mandioca, nas suas diversas modalidades (tapioca, farinha d'agua ... ) e vale por uma refeição completa. Em forma de “pão e vinho”; duas divindades femininas do Povo ancestral Tupi, se doam em “sacrifício”, diariamente, para milhares de amazônidas, como também a todos que aqui chegam e se permitem a divina “Comum-União”.
Saiba mais...
• Lendas e Mitos da Amazônia: concurso de monografias "José Coutinho de Oliveira". - Rio de Janeiro: s.n., 1985. Lançado pela Delegacia do MEC no Pará.
1º lugar: Ararê Marrocos Bezerra, com "Lendas e Contos de Irituia".
2 º lugar: Ana Maria T. de Paula, com "Lendas e Mitos da Amazônia".
• O Conto Caeteuára – A Lenda da Mandióca (Maní-Oca ou Cabâna de Maní) / Cesar Pereira. - Revista Bragança Ilustrada, 1958. Consulta ao Acervo Particular de Aviz de Castro.
• Mandioca, O Pão dos Trópicos / Nestor Cozetti e Aline Beckestein. – Revista Ecologia & Desenvolvimento, nr. 109.
• Raízes do Brasil / Sérgio Buarque de Holanda. - São Paulo: Cia das Letras, 1997.
* Esperança Alves – Educadora, Focalizadora de Danças Sagradas; Pesquisa as Danças, História, Mitologia e Espiritualidade dos Povos; Tem Iniciação em Psicologia, Formação Transdisciplinar-Holística e Curso Básico de Educação em Valores Humanos. Belém /PA.
Contato: esperanzza@manamani.org.br

sexta-feira, 21 de março de 2008

DENÚNCIA!

Arroz transgênico da Bayer causa prejuízo de US$ 1 bi em 30 países
Amsterdã, Holanda — Relatório revela os custos do escândalo que abalou a indústria americana de arroz em 2006 e afetou agricultores de todo o mundo. Empresa está sendo processada pelos danos causados.A contaminação em 2006 dos estoques de arroz dos Estados Unidos vendidos no mercado internacional por uma variedade transgênica da Bayer podem ter causado prejuízos de mais de US$ 1 bilhão em todo o mundo, segundo informa relatório elaborado por um economista independente e publicado nesta terça-feira pelo Greenpeace Internacional.Traços da variedade de arroz geneticamente modificado LL601, da Bayer, foram descobertos nas provisões americanas em 2006 A contaminação veio de campos experimentais do LL601 nos Estados Unidos que foram encerrados em 2001. A descoberta provocou o maior desastre financeiro e comercial da história da indústria americana de arroz. Pelo menos 30 países foram afetados pela contaminação e muitos deles fecharam seus mercados para o arroz americano, incluindo grandes importadores como a União Européia e as Filipinas.O relatório estabelece, pela primeira vez, os custos do escândalo da contaminação. Plantadores de arroz, processadores e comerciantes foram pegos de surpresa e estima-se que a contaminação tenha afetado 63% das exportações de arroz dos Estados Unidos. Centenas de agricultores americanos e empresários europeus entraram com ações contra a Bayer para recuperar suas perdas. As futuras punições dadas à Bayer podem dobrar ou até triplicar o custo final do incidente de contaminação com arroz transgênico.As lições do escândalo de 2006 são altamente relevantes para os países que estão flertando com a possibilidade de plantar arroz transgênico em escala comercial, como é o caso do Brasil. Atualmente, a CTNBio está analisando um pedido feito pelo Bayer para cultivo comercial do arroz transgênico LL62. Como a Comissão está proibida de votar os processos de liberação comercial de milho em decorrência de uma medida judicial, há grandes chances das decisões sobre os processos relativos a algodão e arroz serem antecipadas."O Greenpeace está extremamente preocupado com a possibilidade do arroz transgênico ser liberado no Brasil", disse Gabriela Vuolo, coordenadora da campanha de engenharia genética do Greenpeace Brasil. "A Bayer disse que a contaminação de 2006 foi um 'ato de Deus' e o governo americano foi incapaz de encontrar a causa do problema, apesar de uma investigação de mais de um ano. Não podemos aceitar que essa situação se repita aqui. Afinal, quem compensaria os agricultores brasileiros se isso acontecesse no Brasil?", questiona Vuolo.De acordo com o Departamento de Agricultura dos EUA, o Brasil consome anualmente cerca de oito milhões de toneladas de arroz – quantidade muito similar à consumida pelos japoneses. Atualmente, a produção brasileira de arroz é destinada exclusivamente ao mercado interno e mais de 60% se concentra no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina."O arroz é peça-chave da dieta dos brasileiros e não podemos permitir que empresas de biotecnologia irresponsáveis modifiquem e contaminem o prato nosso de cada dia", alerta Gabriela Vuolo. "Algumas marcas brasileiras, como Camil e Tio João, já sabem que o brasileiro não quer arroz transgênico e declararam que não vão aceitar esse tipo de matéria-prima."Visite http://www.greenpeace.org/brasil/documentos/transgenicos/sumario-executivo-do-relat-rio para conferir o sumário-executivo do relatório.Visite http://www.greenpeace.org/risky-business-rice-report para ler o relatório na íntegra (texto em inglês)
_______________________________________________Brasil-livre mailing listBrasil-livre@mailman.greenpeace.orghttp://mailman.greenpeace.org/mailman/listinfo/brasil-livre
-- Marco Bertalot-BayInstituto Elowww.elo.org.brmarco@elo.org.br

O Açaí!

ORIGEM E CARACTERÍSTICAS

O açaizeiro é uma palmeira originária das margens dos rios amazônicos.Palmácea delgada pode chegar à 30 metros de altura. Sua folhas são longas e de verde escuro, podem chegar à 2 metros de comprimento.Sua floração ocorre no período das secas que vai de setembro à dezembro. Sua polinização é feita por besouros que transportam o pólen das flores masculinas para as femininas. Sua produção anual é de 3 a 4 cachos sendo que cada cacho produz de 3 à 6 quilos da fruta.Sua dispersão é feita por pássaros que consomem sua polpa e descartam as sementes, em especial tucanos e papagaios.Tudo se aproveita da planta: caule, flores, frutos, folhas, além de produzir um palmito de excelente qualidade.Há séculos o açaí é consumido pelas etnias estabelecidas às margens do Rio Amazonas e seus afluentes.Sua maior produção está concentrada nas adjacências de Belém do Pará, obtendo a marca de 95% da produção Nacional. Somente na Capital, Belém, é consumido 200.000 quilos/dia de polpa de açaí. Hoje está enraizado na cultura dos povos estabelecidos nas Cidades do Nordeste. A polpa do açaí é consumida de diversas formas, tanto em pratos doces como em salgados, sendo ingrediente indispensável na culinária regional. A partir do Nordeste o açaí está avançando à passos largos nos mercados da região centroeste, sudeste e sul do Brasil. Somente no Rio de Janeiros são consumidos 500.000 quilos/mês de açaí, sendo que esta marca está evoluindo mês a mês. O açaí já ultrapassou as fronteiras do Brasil sendo muito consumido na costa leste dos USA, principalmente em Miami, o que está fazendo com que o açaí desperte interesses internacionais. Mais recentemente, respeitado industrial de Manaus fez uma grande descoberta sobra a castanha do açaí (caroço), que até então era descartadas como lixo após a despolpa.
Após torrada, a castanha moída pode ser adicionada ao café na proporção de 50%, o que reduz o ter de cafeína do café em até 80%, acrescenta inulina que é um açúcar especial para diabéticos, sem alterar a cor, sabor e cheiro do café. Desta mistura se obtém um café dietético de alta qualidade. Em análises de laboratório constatou-se que a castanha do açaí torrado é altamente rico em PROTEINA, FIBRAS, INULINA, ANTOCIANINA, TANINO, POLIFENÓIS E ANTIOXIDANTES. Além destas particularidades, a castanha do açaí torrada contem em torno de 12% de proteína que justifica sua agregação à ração animal aumentando a qualidade e diminuindo custos. Esse industrial requereu a patente do produto com o nome de A4.
A4 – 50% castanha do Açaí + 50 % de Café
Objetivando a extração do palmitojá existem grandes plantações intensivas de açaí no Vale do Ribeira, Estado de São Paulo. Nas regiões sudeste e sul do Brasil, o açaí tem o seu consumo ampliado a cada dia em função de seu sabor, riqueza nutricional e alto valor energético.Por conter um alto teor de proteína, fósforo, ferro, potássio, magnésio, Vitaminas E, antocianinas e tocoferol, o açaí vem sendo consumido por pessoas que buscam uma alimentação natural saudável e que revertam em benefícios para a saúde física e mental.Pela sua composição o açaí é considerado um alimento bastante completo.Suas propriedades nutracêuticas provocam os seguintes benefícios à saúde humana:- é um excelente antioxidante natural, importante no combate aos radicais livres.- pela grande quantidade de fibras facilita o transito intestinal.- favorece a circulação sanguínea,- consumido juntamente com a vitamina C fornece grande quantidade de fósforo e ferro necessário às funções cerebrais e sanguínea.- excelente energético natural para pessoas que exercem funções de strees físico e mental.
Plantação Intensiva de Açaí para extração de palmito – Vale do Ribeira/SP
Nome científico
Euterpe Oleracea Mart
Nomes populares
açaí, açaizeiro
COMPOSIÇÃO NUTRICIONAL
VALORES NUTRICIONAIS DO AÇAÍ POR 100 GRAMAS DE POLPA:
Valor energético
247 Kcal
Proteína
7,2 g
Lipídios
17,92 g
Fibras
30,51 g
Cálcio
241 mg
Sódio
69 mg
Fósforo
119 mg
Ferro
2,4 mg
Potassio
1,185 mg
Magnésio
140 mg
Vitamina C
17 mg
Vitamina B1
0,67 mg
Vitamina B3
0,7 mg
Tocoferol
45 mg

O Maravilhoso poder do Óleo de Coco Extra Virgem !

Óleo de Coco Extra Virgem -

Copra O QUE É O ÓLEO DE COCO EXTRA VIRGEM?O óleo de coco extra virgem é um produto natural de origem vegetal da espécie Cocos nucifera. É prensado a frio, não é submetido ao processo de refinamento e desodorização, sendo extraído a partir do leite de coco por processos físicos, passando pelas etapas de prensagem e filtração. É um alimento complementar com inúmeras propriedades benéficas para a saúde, proporcionando fortalecimento do sistema imunológico, facilitando a digestão e a absorção de nutrientes.Quando submetido a altas temperaturas, o óleo de coco extra virgem não perde suas características nutricionais, sendo considerado um óleo estável. É também considerado o mais saudável para cozinhar, não apresentando gordura trans gerada pelo processo de hidrogenação, que está presente em todos os óleos de origem vegetal, como os de soja, canola, milho e até o de oliva, que é considerado o óleo mais saudável.São encontradas diversas substâncias no óleo de coco, entre elas os ácidos graxos essenciais e o glicerol, que é importante para o organismo com ele o corpo produz ácidos graxos saturados e insaturados de acordo com suas necessidades. O óleo de coco extravirgem apresenta um alto índice de ácido láurico, mirístico e caprílico, entre outros. Segundo a Dra. Mary Enig, especialista em gorduras, o ácido láurico é um ácido graxo de cadeia média, que é transformado em monolaurina no corpo humano. A monolaurina é antiviral, antibacteriana e destrói vírus revestidos de lipídeo, como o HIV, o vírus do herpes e diferentes bactérias patogênicas, incluindo a Helicobacter pylori.O óleo de coco extravirgem não é um medicamento, e sim um alimento complementar coadjuvante na prevenção de diversas doenças. Por isso, deve ser consumido diariamente para que o organismo obtenha uma reserva de ácidos graxos, presentes no óleo de coco.
www.copraalimentícia.com.br
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sábado, 23 de fevereiro de 2008

Sabores do Brasil

Sabores do Brasil
Copiado cajucultura.blogspot.com/2006_04_01_archive.html - 105k
Nativo do Brasil, o cajueiro foi levado pelos portugueses para a índia e Leste da áfrica no século XVI, após a sua descoberta em 1578. Os portugueses plantaram o cajueiro na índia inicialmente para reduzir a erosão do solo e não para fins de produção, já que os usos para a castanha e o pseudoofruto só vieram a ser conhecidos mais tarde. As plantas adaptaram-se muito bem a região, e naturalizaram-se com fervor. Curiosamente no Vietnã o cajueiro foi introduzido no início dos anos 60 como árvore de sombra. Hoje o Vietnã e a índia lideram o ranking undial da produção de castanha.
sabor brasileiro
copiado do site: http://super.abril.com.br/superarquivo/1993/conteudo_113386.shtmlO exotismo e a diversidade das frutas do Brasil, um país que aprendeu a se identificar com ilustres estrangeiras como a banana e o coco-da-baia e conhece pouco suas delícias escondidas nas matas e nos campos.Por Carla Aranha e Paulo D’AmaroDurante muito tempo, a polpa branca e doce do bacuri foi um sabor proibido para os índios caxinauás, da Amazônia. Na aldeia, um ser maligno, na forma de cabeça sem corpo, impedia que os nativos provassem o fruto. Um dia, no entanto, os índios se rebelaram contra a ordem. "Se ele gosta tanto assim, a fruta deve ser muito boa", pensaram. Resolveram então quebrar o tabu e se banquetear com o quitute, enquanto a figura do mal, aborrecida, subia ao céu para nunca mais voltar: lá, se transformou na Lua. A ousadia dos caxinauás valeu a pena: ganharam a luz do luar para atenuar a escuridão noturna e descobriram o prazer do sabor de mais um fruto. Um prazer que ficou escondido de boa parte dos brasileiros nos últimos 500 anos.Como o bacuri, dezenas de frutas se escondem nos meandros de nossas matas e florestas. Algumas se tornaram conhecidas e ganharam o mundo, como a goiaba, o guaraná, o maracujá, o abacaxi, o cacau ou o caju. Outras, nem tanto. Buriti, caraguatá, ingá, pequi são apenas alguns dos nomes de docuras genuinamente brasileiras. que alimentavam lendas e estômagos indígenas desde antes da chegada dos portugueses e permaneceram escondidas pelo manto do regionalismo. Hoje, boa parte delas já está catalogada pelo instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e convive lado a lado com frutas estrangeiras que, trazidas em sua maioria pelos invasores lusitanos, acabaram se tornando símbolos nacionais. O coco-da-baía, por exemplo, só chegou ao Brasil porque algum navegante decidiu tirá-lo de seu ambiente natural, nas ilhas do Oceano Índico. O mesmo ocorreu com a laranja, o limão e todas as cítricas, que trazem no passaporte o visto de naturalidade asiática, ou a graviola, a acerola e o abacate, originárias da América Central. E as surpresas não param aí: os fãs de Carmen Miranda podem ficar abismados, mas a banana, que enfeitava seus espalhafatosos chapéus e virou marca registrada da tropicalidade e de muitos regimes políticos, não nasceu no Brasil. Os especialistas acreditam que sua origem seja a Ásia, embora ninguém possa garantir com precisão. O certo é que ela não estava na paisagem quando Cabral aportou por aqui.Ofuscadas pelo sucesso comercial das frutas trazidas de outros continentes, as brasileiras mantiveram-se sempre em segundo plano. Só não desapareceram por causa de sua íntima ligação com aquilo que, até algum tempo atrás, era uma espécie de terra de ninguém: florestas tropicais, cerrados e até a caatinga. "É o chamado endemismo. As frutas que se perpetuaram espontaneamente em um determinado ecossistema", explica a pesquisadora Elizabete Lopes,. do Instituto de Botânica de São Paulo, que há sete anos se dedica a pesquisar nossas frutas. Apesar de não serem cultivadas, elas insistem em se reproduzir no Norte, o paraíso das delícias exóticas: a Amazônia é dona do maior índice de endemismo do pais e 68% de sua flora só é encontrada ali.O curioso desse abandono às frutas nativas é que elas não devem nada em sabor para estrangeiras como a banana a maçã ou a laranja. Ainda na fase de colonização, os bandeirantes paulistas já sabiam disso. Paravam a tropa assim que topavam com um bacuparizeiro, fácil de achar nas margens do Rio Tietê. Em 1600, o jesuíta e cronista português Simão de Vasconcelos esnobou a corte da metrópole ao escrever: "O bacupari não perde para nenhuma fruta que exista em Lisboa". Mais recentemente, já no século XX, o escritor Guimarães Rosa genial em observar a verdadeira linguagem popular brasileira soube também descobrir uma delícia nacional a cabacinha-do-campo, de aparência muito semelhante à da pêra. Nos relatos de suas andanças pelas veredas do sertão, ele se refere não só ao gosto, mas insinua outras vantagens da frutinha: "Tomei o refresco de pêra-do-campo (...) e Nhorinha recebeu meu carinho no cetim do pêlo".Se a cabacinha-do-campo tem realmente algum poder afrodisíaco, não se sabe. Algumas de nossas frutas são pouco conhecidas pelos botânicos. Entre brasileiras e estrangeiras, existem cerca de 200 identificadas pelo IBGE. "Mas é provável que esse número seja bem maior, pois nunca foi feito um levantamento abrangente das frutas silvestres". adverte a pesquisadora Sílvia Corrêa Chiea, do Instituto de Botânica de São Paulo. Das catalogadas, algumas ainda não foram analisadas em laboratório para se descobrirem seus nutrientes. Quando isso é feito, boas surpresas saem dos tubos de ensaio. O pequi, semelhante a uma pequena laranja e muito comum no interior de Minas Gerais, Goiás e Mato Grosso do Sul, é o campeão em vitamina A entre todas as frutas do mundo.Embora a maior parte desse tesouro que impressiona os cientistas e encanta o paladar esteja preservada nos campos e matas naturais, seu futuro não está assegurado. A expansão da fronteira agrícola na Amazônia e no Centro Oeste, assim como a destruição da Mata Atlântica no Sudeste, são uma ameaça constante para a existência de muitas espécies. Algumas já sucumbiram à presença humana, como a jabuticaba-branca. em outros tempos abundante na Mata Atlântica, principalmente junto ao litoral fluminense. Ela seguiu o mesmo destino de seu habitat: a devastação reduziu a mata a menos de 5% de sua área original e hoje pode-se contar nos dedos da mão o número de pés dessa fruta, antes tão comum na região.Esse tipo de troca da biodiversidade pelas monoculturas foi denunciado recentemente pela Organização para Alimentação e Agricultura (FAO). Segundo a entidade internacional, cerca de 40 000 espécies vegetais podem ser extintas no mundo nos próximos cinqüenta anos, devido à especialização do plantio. Só se planta aquilo que vende. Certamente foi isso que fez do maracujá, do caju e de outras brasileiras exceções no quadro do nosso exotismo: são todas daqui. mas, como caíram nas graças dos gulosos, tornaram-se vedetes.Além de prejudicar a cadeia alimentar, o desaparecimento de frutas tão diferentes significa um desperdício. "Estaremos perdendo um grande potencial de alimentação" diz Dalmo Catauli, pesquisador da Empresa Brasileira de Agropecuária (Embrapa). Mais do que isso, também se perde uma chance de bons negócios. Ao contrário das laranjas brasileiras, que para competir no mercado internacional dependem sempre das geada e nevascas nos pomares americanos, frutas nativas como guaraná, babaçu, maracujá e pequi não têm concorrente em nenhum país. A primeira pessoa a perceber isso foi Maurício de Nassau, o holandês que governou Pernambuco durante sete anos no século XVII. Ao ver que o caju alimentava os índios, evitava que seus marinheiros contraíssem o escorbuto doença causada pela carência de vitamina C e, principalmente, alcançava bons preços na Europa, onde se transformava em saborosos doces, ele não teve dúvidas: baixou uma lei que multava em 100 florins quem abatesse um cajueiro.

Para saber mais:O Brasil vai à mesa(SUPER número 7, ano 5)

BACURI
Família: GUITIFERAE (mesma do bacupari)Nome científico: Platonia insignis MartOrigem: Pará, mas é encontrada no Maranhão, Goiás e Mato GrossoArvore: com até 35 m de altura e copa em forma de cone invertidoFruto: com 250 g, é redondo. de polpa branca, doce e suco viscosoFrutificação: dezembro a maioPrincipais nutrientes: fósforo,. ferro e vitamina C
CARAGUATÁ
Família: BROMELIACEAE (mesma do abacaxi)Nome científico: Bromélia antiacantha BertolOrigem: Brasil, principalmente no Espírito Santo, Rio de Janeiro e Rio Grande do SulÁrvore: herbácea, alcança 2 m de alturaFruto: ovalado, pequeno, com polpa amarela e ácidaFrutificação janeiro a julho
JABUTICABA-BRANCA
Família: MYRTACEAE (mesma da goiaba)Nome científico: Myrciaria aureana MattosOrigem: Brasil, principalmente Mata AtlânticaArvore: com até 3 m, tronco de casca amarelada e ramos cilíndricosFruto: com 2 cm de diâmetro, tem cor-verde-clara e de 1 a 4 sementesFrutificação: janeiroPrincipais nutrientes: cálcio e ferro (dados referentes à jabuticaba comum)GOIABA
Família: MYRTACEAE (mesma da jabuticaba)Nome científico: Psidium guajava L.Origem: América tropicalÁrvore: alcança até 10 m de altura, com caule tortuosoFruto: casca fina e papa macia, branca ou vermelhaFrutificação: abril a junho e novembro a fevereiroPrincipais nutrientes: cálcio, fósforo e vitamina C
GUARANÁ
Família: SAPINDACEAE (mesma da pitomba)Nome científico: Paulinia cupana H.B.K.Origem: Região amazônicaÁrvore: arbusto ou cipó lenhoso, de até 4 m de alturaFruto: com até 2,5 cm de diâmetro, aproveita-se a semente torradaFrutificação janeiro a fevereiro
CAJU
Família: ANACARDIACEAE (mesma da manga)Nome científico: Anacardium occidentale LOrigem: América tropicalÁrvore: com até 20 m de altura, galhos longos e tortuososFruto: o fruto propriamente dito é a castanha, enquanto a parte macia e suculenta é, na verdade, o pedúnculoFrutificação: julho a dezembroPrincipais nutrientes: caju cálcio, fósforo e vitamina C; castanha-de-cajú fósforo, cálcio e ferro:
MANDACARU
Família: CACTACEAE (mesma do cacto)Nome cientifico: Cereus jamacaru DCOrigem: Nordeste do Brasil Árvore: cacto agigantado, com até 10 m de altura e espinhos amarelosFruto: com cerca de 8 cm, casca grossa e vermelha, a polpa é branca e suculenta, com muitas sementes pequenasFrutificação: abril a maio
PINHÃO
Família: ARAUCARIACEAE (tem parentes no Chile e na Austrália)Nome científico: Araucaria angustifolia (Bert.) O. KuntzeOrigem: Região Sul do BrasilÁrvore: com até 50 m de altura, ramificada só no alto do troncoFruto: pinhas que se desfazem, liberando suas sementes, os pinhõesFrutificação: abril a junhoPrincipais nutrientes: proteínas, cálcio e ferro
SAPUCAIA
Família: LECYTHIDACEAE (mesma da castanha-do-pará)Nome científico: Lecythis pisonis Camb.Origem: natural da Amazônia, pode ser encontrada até o Rio de JaneiroÁrvore: de até 40 m de alturaFruto: esférico, de 25 cm de diâmetro e até 9 kg de peso, suas paredes grossas têm cerca de 2 cm de espessura. As amêndoas são a parte comestívelFrutificação: agosto a outubro
ILUSTRES ESTRANGEIRAS
Elas enchem as bancas de feira mas, ao contrário do que se pense, não estavam na paisagem quando Cabral chegou
NOME ORIGEM Abacate MéxicoAcerola América CentralBanana Provavelmente Ásia
Cajá África Carambola Ásia Coco-da-baía Oceano ÍndicoFruta-pão Java e Sumatra
Graviola América CentralJaca Índia
Jambo Índia Laranja Ásia Limão Ásia Manga Ásia Tamarindo ÁfricaTangerina Ásia.
PEQUIFamília: CARYOCARACEAE (mesma do pequiá)Nome científico: Caryocar brasiliense CambOrigem: Cerrado brasileiro, embora também freqüente em São Paulo, Minas Gerais e Mato Grosso do SulÁrvore: alcança até 10 m de alturaFruto: arredondado, casca esverdeada, polpa pastosa e amarela, com sementes espinhosas e comestíveisFrutificação: janeiro a abrilPrincipais nutrientes: é a fruta mais rica em vitamina A até hoje analisada
INGÁFamília: LEGUMINOSAE (mesmo do feijão)Nome científico: Inga cinnamomea Spruce ex Benth.Origem: Região Amazônica, junto aos rios Árvore: de até 30 m de altura Fruto: vagem com até 30 cm de comprimento e polpa adocicadaFrutificação: março a abrilPrincipais nutrientes: cálcio e ferro
CABACINHA-DO-CAMPOFamília: MYRTACEAE (mesma da goiaba)Nome científico: Eugenia klotzschiana Berg.Origem: Brasil, principalmente no sertão de Minas GeraisÁrvore: na verdade, dá em pequenos arbustos, com até 1,5 mFruto: formato tipo baga, de polpa ácida e com poucas sementesFrutificação: janeiro e fevereiro
PITOMBAFamília: SAPINDACEAE (mesma do guaraná)Nome científico: Talísia esculenta Radlk.Origem: Brasil, principalmente PemambucoÁrvore: de até 15 m de alturaFruto: com 3 cm de diâmetro, a casca é consistente e a polpa carnosa, branca, de sabor agridoceFrutificação: janeiro e fevereiro Principais nutrientes: cálcio e vitaminas A e C
BURITI
Família: PALMAE (mesma do coco-da-baía)Nome científico: Mouritia flexuosa L.Origem: Região amazônicaÁrvore: palmeira de até 25 m de alturaFruto: ovalado, brilhante, com polpa esponjosaFrutificação: janeiro a julhoPrincipais nutrientes: proteínas, cálcio, fósforo e ferro

BACUPARI
Família: GUTTIFERAE (mesma do abricó)Nome científico: Rheedia gardneriana PI. & Tr.Origem: Sudeste do Brasil, principalmente na beira de riosÁrvore: com até 6 m de altura e copa piramidalFruto: alaranjado, de polpa banca e adocicadaFrutificação: janeiro a março
BABAÇU
Família: PALMAE (mesma do coco-da-baía)Nome científico: Orbignya speciosa Barb. Rodr.Origem: Brasil, ocorrendo no Amazonas, Pará, Piauí, Maranhão, Ceará, Goiás, Mato Grosso e Minas Gerais.Árvore: palmeira de até 20 m de alturaFruto: ovalado, casca amarela e verde, polpa oleosaFrutificação: setembro a dezembroPrincipais nutrientes: proteínas, fósforo, cálcio e vitamina B1 e B2
JUÁ
Família: RHAMNACEAE (única fruta identificada da família)Nome científico: Zizyphus joazeiro Mart.Origem: regiões áridas do Brasil, do Piauí ao norte de Minas GeraisÁrvore: com até 15 m de altura e copa amplaFruto: esférico, com a casca fina, carnoso e adocicadoFrutificação: janeiro e maioPrincipais nutrientes: sais minerais, vitamina C
MARACUJÁ
Família: PASSIFLORACEAE (família só de passifloras)Nome científico: Passiflora edulis Sims.Origem: provavelmente BrasilÁrvore: trepadeiraFruto: esférico, com até 9 cm de diâmetro, a casca dura e a polpa aquosaFrutificação: durante todo o ano, mas escasso de maio a agostoPrincipais nutrientes: cálcio, ferro e vitamina C
CRUÁ
Família: CUCURBITACEAE (mesma da melancia)Nome científico: Sicana odorífera L.Origem: América do Sul tropicalÁrvore: trepadeira, semelhante ao maracujáFruto: formato alongado, de até 60 cm de comprimento, com polpa carnosa e amareladaFrutificação: o ano todo

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008

O QUE É TIBICO?

O QUE É TIBICO?
O Tibico , conhecido também como kefir de água, ou Cogumelo Chinês é um probiótico, um complemento alimentar.
ORIGEM
Teoricamente, o Tibico , conhecido também como kefir de água, ou Cogumelo Chinês foi trazido para o México pela Madre Teresa de Calcutá, que desejava salvar aqueles povos, especialmente aqueles de poucos recursos ou de lugares mais afastados onde não havia doutores ou remédios.
A única condição era de que não fosse comercializado, isto é, que para obter fosse gratuito. Outra teoria sobre a origem do Tibico diz que em 1838 o Tibico foi encontrado por um senhor no México em cima de um cacto. Outras teorias pode ser vistas a partir da seção de links em páginas sobre o assunto.
Logo abaixo, temos uma lista de propriedades curativas dos Tibicos. Esta lista vem passando de mão em mão e não tem autoria definida e é importante salientar que sempre deve-se consultar um médico quando os sintomas não desaparecerem.
PROPRIEDADES CURATIVAS
• Junções – alivia reumatismo, tira dores de extremidades e musculares;• Cabeça – mantêm a cabeça saudável, livre de dores e enxaquecas;• Câncer – impede o aparecimento e cura em alguns casos, principalmente de pele;• Fígado – melhora as suas funções, amolece o fígado duro e remove problema de vesícula;• Coração – alivia e melhora as doenças cardíacas;• Músculos – alivia músculos endurecidos e relaxa os músculos da nuca;• Nervos – cura dores, insônia e tonturas;• Obesidade – cura obesidade, queimando as gorduras (melhora a tireóide);• Olhos – reabilita a potência e elimina a catarata;• Cabelos – reafirma a cor natural e evita a calvície;• Pulmões – fortifica, cura bronquite, asma e elimina a tosse;• Rins – cura suas enfermidades, melhora a urina e elimina cálculos renais;• Sangue – baixa o colesterol, amacia as veias e artérias duras, cura alguns tipos de diabetes, diminui a hipertensão e cura hemorróidas, mantêm o corpo fresco no verão e aquecido no inverno;• Vida e Saúde – melhora o astral, transformando a vida em alegria.
O MANUSEIO
Em um frasco de vidro ou plástico coloque uma colher de grãos de kefir de água, juntamente com um copo americano de água filtrada fria e um envelope de açúcar mascavo orgânico PLANETA VERDE. É importante usar uma colher plástica.
O frasco deverá ser tampado. É importante haver um furo na tampa para maior oxigenação.
No dia seguinte deve-se coar os grãos e tomar esta água. Você perceberá que os grãos se multiplicaram.
Coloque o coador em baixo de água corrente para limpar os grãos.
Repita a primeira operação, doando os grãos excedentes ou eliminando-os .
Texto retirado do site www.planetaverde.com.br, o Blog FlorAli não se responsabiliza pelo texto acima!