segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Bioabsorvente

Bem conhecido no meio alternativo entre as pessoas que buscam e estão em harmonia com a natureza, com o próprio corpo, assim como também conscientes da devolução dos produtos do corpo físico que nutrem à Terra, o Bioabsorvente ressurge com todo detalhe de confecção moderna, integrando a cultura, o conhecimento ancestral e a beleza simples, um verdadeiro marco na transformação da mulher moderna na natural transição rumo à consciência.

A proposta do Bioabsorvente, assim como os princípios da Permacultura, intenciona a permanência da energia na Terra, entre todos elementos e seres vivos do ambiente, assim como recebemos oxigênio de todo o Reino Vegetal e doamos gás carbônico, recebemos alimentos e água do Planeta e doamos os mesmos transformados e conscientemente encaminhados.

Na cultura dos índios norte-americanos, a mulher em seu momento de menopausa, se torna uma verdadeira Shaman. No ápice da maturidade a índia passa a receber toda a energia pessoal que nutriu a Terra durante todo o seu ciclo, de volta para dentro de si, fazendo com que todos os aspectos internos se potencializem conectando cada vez mais profundamente o acesso com os mundos internos e a própria clarividência. Este conceito é muito interessante, pois até então toda a teoria da menopausa associada à civilização moderna vem condicionada ao sofrimento que se exacerba quando a força energética e emocional permanece dentro si e não é liberada na menstruação.

O Bioabsorvente traz de volta um tipo de relacionamento íntimo de contato, aceitação com o próprio corpo e consciência ecológica. São confeccionados artesanalmente em tecido de algodão puro e absorvente, em diversas estampas e tamanhos.

Diz-se que uma mulher durante todo seu ciclo menstrual na vida gera de 10 a 15 mil absorventes descartáveis de lixo para o Planeta e as mulheres são muitas!

Os absorventes descartáveis são constituídos de diversas químicas não saudáveis, cancerígenas e plástico, resíduo excessivo e de grande impacto ecológico.

(Texto do site http://www.moradadafloresta.org)

Para saber mais, ter acesso ao produto desta proposta, entre em contato.

florali.gc@gmail.com

Com Alice

11 8426 9799



quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

BENEFÍCIOS DO ÓLEO DE COCO EXTRA VIRGEM

BENEFÍCIOS DO ÓLEO DE COCO EXTRA VIRGEM

BENEFÍCIOS DO ÓLEO DE COCO EXTRA VIRGEM
Age como um alimento complementar e preventivo, podendo ser usado por pessoas de diferentes faixas etárias.
Segundo Dr. Sérgio Puppin cardiologista e nutrólogo, o óleo de coco extravirgem tem ação antioxidante, colaborando na diminuição da produção de radicais livres. Isso se deve à ação direta da vitamina E presente no óleo extravirgem de coco, que é composta por tocotrienóis e tocoferóis. Ajuda na redução do LDL (colesterol ruim) e no aumento do HDL (colesterol bom).
Colabora no processo de emagrecimento e, por aumentar o metabolismo com os triglicerídeos de cadeia média, sua gordura se transforma dentro das mitocôndrias em energia. A gordura de coco é considerada termogênica, sendo assim capaz de gerar calor e queimar calorias.
Fortalece o sistema imunológico, pois apresenta alta concentração de ácido láurico, o mesmo presente no leite materno, possibilitando dessa forma o combate às infecções bacterianas, virais e fúngicas.
Auxilia na regulação da função intestinal. Os componentes da gordura do coco agem normalizando as funções intestinais, tanto nos casos de prisão de ventre ou mesmo nas diarréias, ao mesmo tempo que o ácido láurico, através da monolaurina, ajuda a eliminar as bactérias patogênicas, protegendo e favorecendo o crescimento da “flora amiga”.
Regulariza o funcionamento da tireóide, tendo ainda ação “antienvelhecimento”. Estudos realizados há mais de 30 anos comprovaram que a gordura de coco estimula a função da glândula tireóide. O bom funcionamento faz com que especificamente o mau colesterol (LDL), através de processo enzimático, produza os hormônios antienvelhecimento: pregnenolona, progesterona e DHEA (dehidroepiandrosterona). Todas essas substâncias são necessárias na prevenção de doenças cardiovasculares, senilidade, obesidade, câncer, entre outras doenças crônicas relacionadas à idade.
Caso queiram experimentar, escreva para o florali.gc@gmail.com abraços
Alice

sábado, 18 de outubro de 2008

CODEX Alimentarius: os últimos dias de liberdade na saúde?

CODEX Alimentarius:
os últimos dias de liberdade na saúde?

A partir de 01 de Janeiro de 2010 entra em vigor o polêmico Codex Alimentarius. Mas você não sabe exatamente o que é isso, pois não?... Pois é exatamente o que eles querem!

O Codex Alimentarius é um Programa Conjunto da Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação - FAO e da Organização Mundial da Saúde - OMS. Trata-se de um fórum internacional de normalização sobre alimentos - sejam estes processados, semiprocessados ou crus - criado em 1962, e suas normas têm como finalidade "proteger a saúde da população", assegurando práticas equitativas no comércio e manuseio regional e internacional de alimentos. Sua influência se estende a todos os continentes e seu impacto na saúde dos consumidores e nas práticas do comércio de alimentos em todo o planeta será incalculável.

As normas Codex abrangem ainda aspectos de higiene e propriedades nutricionais dos alimentos, código de prática e normas de aditivos alimentares, pesticidas e resíduos de medicamentos veterinários, substâncias contaminantes, rotulagem, classificação, métodos de amostragem e análise de riscos.

Olhado assim, na versão oficial (exceto as aspas), parece uma coisa boa, certo? Bem, não exatamente... e, na verdade o Codex é olhado com total "desconfiança" (para usar uma palavra elegante) por todos os que denunciam que essa regulação tão "abrangente" virá a ser uma fonte poderosa de controle sobre as grandes populações e de apreciável lucro para as grandes corporações, especialmente as dos ramos químico e farmacêutico.

Quem controla a comida, controla o mundo!

Traduzido em miúdos, o Codex vai trazer severas restrições à nossa já precária LIBERDADE de escolha em termos de alimentação e prevenção/tratamento de doenças. Sem falar que considerações mais complexas podem ser feitas sobre o impacto dessas medidas no controle populational do planeta e na concentração de riquezas...

Os opositores do Codex fizeram uma síntese do que representará essa complexa rede de regulamentações, que, quando implementadas, serão MANDATÓRIAS para todos os países membros, cerca de 170 - o que inclui o Brasil:

- Suplementos nutricionais, como vitaminas, por exemplo, não poderão mais ser vendidos para uso profilático ou curativo de doenças; potências de qualquer suplemento liberado, estarão limitadas a dosagens extremamente baixas, sub-dosagens, na verdade, e somente as empresas farmacêuticas terão autorização para produzir e vender esses produtos (preferencialmente na sua forma sintética) em potências mais altas - no caso da vitamina C, por exemplo, qualquer coisa acima de 200mg será considerada "alta", e será necessária uma receita médica para se poder comprá-la.

- Alimentos comuns, como o alho ou o hortelã, por exemplo, poderão ser classificados como drogas, que somente as empresas farmacêuticas poderão regulamentar e vender. Qualquer alimento ou bebida com qualquer possível efeito terapêutico poderá ser considerado uma droga.

- Alimentos geneticamente modificados não precisarão ser identificados como tal, e não saberemos a origem do que estamos comendo; a criação de animais geneticamente modificados também já consta dessa mesma pauta, ou seja, vai ser difícil saber que bicho se está comendo.

- Aditivos alimentares, a maioria sintéticos, como o aspartame, por exemplo, serão aprovados para consumo sem que se tenha conhecimento dos efeitos a longo prazo de cada um nem das interações entre eles a curto e longo prazos.

- Todos os animais destinados ao consumo humano, deverão receber hormônios e antibióticos como medida profilática; sabe aquele "gado orgânico", criado solto em pastagens e tratado só com homeopatia?... nunca mais!

- Todos os alimentos de origem vegetal deverão ser irradiados antes de serem liberados para consumo: frutas, verduras, legumes, nozes... nada mais chegará à nossa mesa como a natureza fez - tem gente brincando de Deus, mas desta vez não para criar, e sim para DEScriar.

- Os produtos "orgânicos" estarão completamente descaracterizados, pois terão seu padrão de pureza reduzido a níveis passíveis de atender às necessidades de produção em grande escala; alguns aditivos químicos e várias formas de processamento serão permitidos; tampouco haverá obrigatoriedade por parte do produtor de informar que produtos usou e em que quantidades - rótulos não serão obrigatórios na era pós-Codex.

- Para a agricultura convencional, os níveis residuais aceitáveis de pesticidas e herbicidas estarão liberados em níveis que ultrapassam em muito os atuais limites de segurança! Em outras palavras, estarão envenenando nossa comida.

Em síntese: os objetivos do Codex incluem (1) globalização das normas, (2) abolição da agricultura/criação orgânica, (3) introdução de alimentos geneticamente modificados, (4) remoção da necessidade de rótulos explicativos de qualquer espécie, (5) restrição de todos os remédios naturais, que serão classificados como drogas.

O Codex, na verdade, já começou a "acontecer" por aqui - alguém já reparou que não se consegue comprar nada numa farmácia de manipulação sem ter uma receita médica? Nem uma inocente vitamina C... Em compensação pode-se comprar praticamente qualquer coisa SEM receita médica numa farmácia regular, que vende produtos industrializados, mesmo se forem antibióticos, anti-inflamatórios... - e até aquela mesma vitamina C que nos negaram pouco na outra farmácia...

Indicar aquele chazinho para um amigo? Ou quem sabe informar ao vizinho que farelo de aveia ajuda a reduzir o colesterol? Sugerir que mamão solta e banana prende?... Nem pensar! Poderá ser considerado "prática ilegal da medicina"! Não se poderá dizer que produtos naturais curam doenças porque não são medicamentos e, na era pós-Codex, só medicamentos APROVADOS pelas novas regras poderão ser referidos para tratar doenças... e assim mesmo, só por um médico!

Exagero? Quem sabe? - já teve
gente presa na França por vender 500mg de vitamina C... é que lá essa potência já é considerada "remédio", e não pode ser vendida sem receita médica.

Medicina alernativa, tibetana, ayurveda, homeopatia, essencias florais... se a turma do Codex disser que pode. Se esse "programa" entrar em vigor (daqui pouco mais de 1 ano) da forma como vem sendo "curtido" há mais de 45 anos, e alertado mundo afora, teremos perdido nossa liberdade de optar por uma medicina e nutrição naturais, poderemos vir a precisar de receita médica até para ir à feira...

Se isso acontecer, não vai ter graça nenhuma.

Vale a pena saber mais!

* We become silent - VIDEO online
* Lento sterminio di massa
* Global control of our food
* Criminalizing Food - Rima Laibow - VIDEO online
* Food lies - Brian Clement - VIDEO online
* In-depth information on Codex
* Codex Alimentarius do Brasil

sexta-feira, 29 de agosto de 2008

Chocolate amargo reduz pressão em 15 dias, diz estudo

Chocolate amargo reduz pressão em 15 dias, diz estudo
Chocolate
Os flavonóides atuariam na redução da pressão sangüínea
Comer alguns gramas de chocolate meio-amargo enriquecido por dia durante duas semanas pode ajudar a reduzir os riscos de doenças cardíacas, sugere um estudo publicado na edição de setembro da revista científica Journal of Nutrition.

Segundo a pesquisa, compostos conhecidos como flavonóides, presentes no cacau, principal ingrediente do chocolate, seriam os responsáveis pela ação benéfica do alimento.

Isso porque os flavonóides impulsionam o aumento da produção de óxido nítrico - uma substância química produzida pelo corpo que atua no relaxamento e dilatação das artérias.

O consumo de chocolate enriquecido com os compostos ajudaria na redução da pressão sangüínea e da resistência à insulina – fatores que contribuem para diminuir o risco de doenças cardíacas.

"Nossa descoberta sugere que uma dieta com alimentos à base de cacau ricos em flavonóides e pouco calóricos podem ter um impacto positivo nos fatores de risco das doenças cardíacas", diz o estudo.

Impacto

A pesquisa das universidades de L'Aquila, na Itália, e Tufts, em Boston, foi feita com base nas informações de 11 homens e oito mulheres que apresentavam problemas de pressão alta e resistência à insulina.

As pessoas foram divididas em dois grupos: o primeiro teve direito a comer 100 g diárias de chocolate meio-amargo diariamente durante duas semanas; o segundo, a mesma quantidade de chocolate branco.

Depois de 15 dias, os pesquisadores observaram que a pressão sangüínea dos primeiros caiu de maneira significativa, enquanto entre os segundos nenhuma mudança foi verificada.

Pesquisas anteriores já haviam indicado os benefícios do cacau enriquecido com flavonóides na redução do risco de problemas cardíacos.

No entanto, os pesquisadores ressaltam que a pesquisa atual demonstra os efeitos a curto prazo do consumo dessas substâncias na prevenção de doenças cardíacas.

Mas June Davison, especialista da British Heart Foundation (BHF), que trabalha para combater doenças cardíacas, afirmou que é preciso ter cautela com a dieta.

"É importante lembrar que o chocolate é normalmente parte do problema de saúde cardíaca, não a solução", disse.

"Todo mundo pode aproveitar um chocolate de vez em quando. No entanto, comer cinco porções de frutas e vegetais é a melhor maneira de consumir antioxidantes sem ter que se preocupar com a gordura e o açúcar do chocolate", concluiu.

domingo, 13 de julho de 2008

Vem desde o feto o gosto por legumes e frutas

Vem desde o feto o gosto por legumes e frutas

Segundo uma pesquisa publicada na revista americana Pediatrics, os bebês podem se acostumar, com a ajuda das mães, a comer frutas e legumes mesmo antes de nascer.

Segundo a pesquisa, liderada por Julie Menella, do Monell Chemical Senses Center, o gosto das frutas e legumes passa para o líquido amniótico, no útero, ainda durante a gravidez, e também para o leite materno, no período de amamentação.

A cientista afirma que as crianças "aprendem" a gostar dos legumes e frutas pela freqüência com que são expostas, desde pequenas, ao gosto destes alimentos.

Baseada nos resultados "os sabores da dieta materna são transmitidos pelo líquido amniótico e pelo leite materno", afirma Julie Menella. Ou seja "o bebê aprende a gostar de determinados alimentos quando a mãe os ingere de maneira regular."


Fonte: http://www.ciaboanoticia.com.br

Texto retirado do site: www.docelimão.com.br

Minha opinião como mãe e experiência da gravidez isso é um fato, e ao mesmo tempo que a criança se acostuma desde a barriga com esta alimentação, se a mãe muda o seu comportamento na gravidez, evitando açúcar branco, trocando os alimentos convencionais e industriais, por alimentos vivos, como um suco preparado na hora, alimentos crus, a criança quando pequena terá a intuição na idade dos dois anos de ter preferências por determinados tipos de alimentos naturais e vivos.
Postado Por Alice Ramos de Oliveira



quarta-feira, 9 de julho de 2008

Porque não consumir Tetra Pak?

Por quê não consumir Tetra Pak?

As embalagens Tetra Pak são aquelas caixas de papelão que embalam o leite longa vida, extratos de tomate, leite condensado, sucos etc. Excepcionalmente práticas, protegem o alimento, são leves e fáceis de estocar. No entanto, podem se transformar em graves problemas ambientais quando simplesmente jogadas no lixo.
Para entendermos melhor é preciso ver que esta embalagem é constituída de seis camadas: uma de papelão, uma de alumínio e quatro de plástico (polietileno de baixa densidade). Esses três elementos são prensados à quente formando um único produto. Como são descartáveis, estas embalagens podem seguir dois caminhos distintos: o lixão ou a reciclagem.
A própria existência dos lixões representa um significativo impacto ambiental. Com a moderna tecnologia eles passaram a ocupar um espaço menor e a acomodação em camadas, mas, o lixo permanecerá lá por longos períodos como debaixo de um tapete, e de tempos em tempos terão de ser criados novos espaços para novos depósitos.
O ideal, portanto, seria que todo o lixo produzido por nós tivesse o destino apropriado: material orgânico para biodigestores, produzindo gás e adubo orgânico; inorgânico selecionado e reciclado, poupando energia e recursos naturais.
Embalagens de vidro, alumínio, ferro, papelão, determinados tipos de plásticos são recicláveis individualmente. Através da coleta seletiva do lixo ou da entrega voluntária eles retornam às indústrias. No caso das embalagens Tetra Pak isso não ocorre de maneira satisfatória. A reciclagem destas embalagens é complexa e depende de sistemas específicos de tratamento para a separação do papelão, do plástico e do alumínio. O escorço da Tetra Pak limita-se em parecer responsável ao indicar sistemas de reciclagem, porquanto isto só ocorre em 7 indústrias em operação no Brasil: em São Paulo, Santa Catarina, Paraná e Pernambuco. Para um país de dimensões continentais, este número é insignificante. Isso quer dizer, portanto, que a grande maioria das embalagens acaba mesmo é de maneira inadequada, nos lixões.
No Rio de Janeiro, por exemplo – como na maioria dos demais Estados, não há um sistema competente para o recolhimento destas embalagens e a correta destinação. São recusadas pela maioria dos catadores porque há muito poucos compradores e o valor de mercado é muito baixo. Usa-las é ter praticamente a certeza de que ficarão enterradas por dezenas (ou centenas) de anos nos lixões do Caju ou de Gramacho. Além dos danos ambientais, imaginem o desperdício de papel, alumínio e plástico que isto significa!
Uma das formas que o cidadão pode protestar contra esta irresponsabilidade ambiental, é deixando de consumir alimentos embalados nessas caixas longa vida, ou, pelo menos, reduzindo ao máximo. Esta atitude, multiplicada, pode efetivamente exercer pressão para que as empresas passem a se responsabilizar pelos danos que elas causam.
Portanto, sempre que optar pelos sacos plásticos, enlatados ou frascos de vidro, ao invés das embalagens longa vida, você estará cooperando significativamente em favor do meio ambiente e da conseqüente melhoria da qualidade de vida.

Dez Mandamentos para evitar consumir Transgênicos.

Dez Mandamentos para evitar consumir Transgênicos.

1º. Não há nenhuma segurança, ainda, sobre seus efeitos sobre a saúde das pessoas que os consumirem.
2º. Não há nenhuma segurança, ainda, sobre os efeitos sobre o meio ambiente, já que esses novos seres vivos não existiam antes na natureza, e são resultados de experimentos de laboratório.
3º. Não há nenhuma segurança, ainda, sobre os efeitos para a saúde dos agricultores que conviverem com essas sementes e estes produtos.
4º. As pesquisas de sementes e produtos transgênicos realizados pelas empresas visam apenas aumentar suas taxas de lucro e não melhorar o bem estar da população.
5º. Embora, os métodos de biotecnologia possam ser benéficos, não há nenhuma prova concreta de que as sementes transgênicas, por si só sejam mais produtivas e mais adequadas à preservação da natureza, do que as sementes melhoradas.
6º. Cerca de 97% das sementes transgênicas existentes no mercado tem sua utilização e produtividade casadas com o necessário uso de algum tipo de agrotóxicos: herbicidas, inseticidas, etc.
7º. Muitas sementes transgênicas possuem o componente "terminator" que as esteriliza para utilização de seus frutos como sementes. Obrigando os agricultores a comprar novas sementes a cada safra, ficando dependentes sempre da empresa fornecedora.
8º. O domínio da biotecnologia e o uso dos transgênicos está levando a um processo de controle oligopólico em todo mundo, das sementes por parte de apenas oito grandes grupos econômicos.
9º. Os agricultores perderão completamente o controle do uso das sementes e ficarão totalmente dependentes das empresas multinacionais.
10º. É possível ter sementes e alimentos sadios, em grande quantidade para toda população mundial, respeitando o meio ambiente, praticando uma agricultura saudável, sem depender de transgênicos. A fome existente no mundo e no Brasil não é decorrente da falta de alimentos, mas do modelo econômico concentrador de renda e de riqueza que impede muitas pessoas de terem acesso aos alimentos necessários para uma vida saudável.

Fonte: "Rede de Informações Ambientais" -