quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008

ALIMENTOS PARA COMBATER O MAU HUMOR por Kharley

Texto extraído de http://br.msnusers.com/ALIMENTOPURO/mauhumor.msnw
Nadia Cozzi

ALIMENTOS PARA COMBATER O MAU HUMOR por Kharley

Dê adeus ao nervosismo, à ansiedade e ao cansaço. Coloque em sua dieta alimentos que têm o poder de estimular o funcionamento do sistema nervoso, acabar com a irritação e espantar a tristeza.
ALFACE: Ótima para amenizar a irritação. O talo tem lactucina, substância que funciona como calmante. Além disso, é rica em fosfato. A falta desse elemento no organismo, causa depressão, confusão mental e cansaço.
BANANA: Pode acreditar, essa fruta, tão comum em terras brasileiras, diminui a ansiedade e ajuda a garantir um sono tranquilo. Ela tem esses poderes por ser rica em carboidratos, potássio, magnésio e biotina. A banana também dá o maior pique porque possui vitamina B6, que produz energia.
MEL: Estimula a produção de serotonina, neurotransmissor responsável pela sensação de prazer e bem-estar.
ESPINAFRE: A verdura contém potássio e ácido fólico, que previnem a depressão. Além disso, espinafre tem magnésio, fosfato e vitaminas A, C e do complexo B, que ajudam a estabilizar a pressão e garantem o bom funcionamento do sistema nervoso.
FRUTOS DO MAR: Quer dar um chega prá lá na tristeza? Abuse das delícias que vem do mar. Elas têm zinco e selênio que agem no cérebro, diminuindo o cansaço e a ansiedade. Também são boas fontes de proteína e gordura saudável (Omega 3), essencial para o bom funcionamento do coração.
JABUTICABA: Essa frutinha contém ferro - que combate a anemia - e vitamina C, que aumenta as defesas do organismo. Suas vitaminas do complexo B agem como antidepressivos. Além disso, a jabuticaba é rica em carboidratos, que fornecem energia e, por isso, reanimam.
LARANJA: Rica em vitamina C, cálcio e vitaminas do complexo B, a laranja ajuda o sistema nervoso a trabalhar adequadamente. O cálcio, presente em sua composição, é relaxante muscular e combate o estresse. E essa fruta ainda é energética, hidratante e previne a fadiga.
OVOS: Os nutrientes dos ovos que garantem o bom humor são a tiamina e a niacina (vitaminas o complexo B), ácido fólico e acetilcolina. A carência deles pode causar apatia, ansiedade e até perda de memória.
UVA: Essa fruta tem boa dose de vitaminas do complexo B, que ajudam no funcionamento do sistema nervoso. A vitamina C e os flavonsides da uva são antioxidantes, que retardam o envelhecimento da pele e ajudam a combater o colesterol. Além disso, é energética.
Aviso: A Microsoft não se responsabiliza pelo conteúdo apresentado neste grupo. Clique aqui para obter mais informações

Margarina x Manteiga

MARGARINA X MANTEIGA

VOCÊ SABIA...Qual é a diferença entre margarina e manteiga?Ambas têm a mesma quantidade de calorias.
A manteiga tem um pouquinho mais de gorduras saturadas - 8 gramas contra 5 gramas.

Comer margarina pode aumentar em 53% a incidência de doenças cardíacas em mulheres, quando consumida na mesma quantidade que manteiga, segundo um estudo recente da universidade de Harvard.Comer manteiga aumenta a absorção de muitos nutrientes presentes em outros alimentos. A manteiga traz mais benefícios nutricionais, enquanto o pouco que a margarina traz lhe foi adicionado!A manteiga é muito mais gostosa que a margarina e pode melhorar o sabor de outros alimentos.A manteiga existe há séculos e a margarina há menos de 100 anos.Agora, sobre a margarina:Tem teor altíssimo de ácidos graxos tipo trans - triplica o risco de doenças coronarianas.Aumenta o nível de colesterol total e o de LDL (o "mau" colesterol)Reduz o nível de colesterol HDL (o "bom" colesterol) .... Aumenta em cinco vezes o risco de câncer.Reduz a qualidade do leite materno ... Deprime a resposta imunológica...Reduz a reação insulínica.
E eis o fato mais perturbador....AQUI É QUE FICA INTERESSANTE!
A diferença entre o plástico e a margarina é de UMA MOLÉCULA... Basta isso para evitar por toda a vida a margarina e tudo o que for hidrogenado (isto significa que acrescentaram hidrogênio, mudando a estrutura molecular da substância).Você pode experimentar por si mesmo. Compre uma embalagem de margarina e deixe-a aberta em sua garagem ou algum lugar sombreado. Em poucos dias você vai notar duas coisas: nenhuma mosca (nem aquelas terríveis mosquinhas das frutas) vai chegar perto dela (isso deveria lhe dizer alguma coisa) ... não vai apodrecer nem ficar com cheiro esquisito..Como não tem nenhum valor nutritivo, nada crescerá nela, nem mesmo aqueles microrganismos minúsculos encontrarão ali um lar para viver.Por quê? Porque é quase plástico.Você derreteria seus potes de plástico para passar no pão?
José Geraldo Ferreira GonçalvesInstituto de Patologia Clínica Hermes Pardiniwww.hermespardini.com.br

terça-feira, 19 de fevereiro de 2008

Herbicida, por exemplo, afetaria parcialmente o sistema reprodutor masculino

Nosso Futuro Roubado tem o compromisso com a nossa verdade, procurando elucidar, denunciar, esclarecer e anunciar fatos e soluções sobre nossas relações com ...www.nossofuturoroubado.com.br

São Paulo, segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008

Substância tóxica danifica genes do pai e dos filhos
Herbicida, por exemplo, afetaria parcialmente o sistema reprodutor masculinoEstudo em ratos flagra erro genético ser transmitido até bisnetos; conclusão derruba a tese de que exposição tóxica causa só infertilidade

CLAUDIO ANGELOENVIADO ESPECIAL A BOSTON
O Ministério da Saúde não adverte ainda, mas talvez devesse: a exposição de homens a substâncias tóxicas, como herbicidas, remédios quimioterápicos e até mesmo álcool e tabaco pode prejudicar o feto -e, em alguns casos, causar problemas de saúde até mesmo nas gerações seguintes.Novos estudos que apontam o efeito paterno no desenvolvimento do embrião foram apresentados ontem numa conferência nos EUA. Segundo seus autores, é cada vez maior o número de evidências a sugerir que as autoridades de saúde talvez devessem pensar em uma lista de produtos que não podem ser consumidos por homens que queiram conceber.Hoje, para a maioria das substâncias -como álcool e tabaco-, a proibição vale apenas para mulheres grávidas. Nos Estados Unidos, uma gestante que consumir essas substâncias e perder o bebê pode ser processada por homicídio.Três pesquisadores reunidos em um simpósio durante a Reunião Anual da AAAS (Associação Americana para o Avanço da Ciência), em Boston, porém, sugerem que o quadro é mais complexo.O sistema reprodutivo masculino pode ser afetado por produtos que não causam necessariamente infertilidade ou mutações nos genes, mas afetam a sua expressão (ou seja, a maneira como são ligados e desligados, bagunçando seu funcionamento nas células).Machismo reprodutivo"As pessoas tendiam a pensar que era tudo ou nada, ou seja, ou o homem exposto ficava infértil ou ele não era afetado", afirmou Cynthia Daniels, da Universidade Rutgers, em Nova Jersey. Por isso, segundo ela, o assunto foi ignorado por cientistas durante anos, naquilo que Daniels chama de "machismo reprodutivo".Num estudo publicado on-line na revista médica "The Prostate", o bioquímico americano Matthew Anway, da Universidade de Idaho, mostra que mudanças ambientais problemáticas para o aparelho reprodutor masculino do rato podem ser transmitidas até a bisnetos.Anway expôs ratas prenhas a doses altas (mas não tóxicas) de vinclozolin, um fungicida comum, durante sete dias, na fase da gestação em que o sexo do feto é determinado. Os machos nascidos dessa gestação tiveram alterações de expressão em mais de 200 genes, embora não tivessem sofrido nenhuma mutação genética.Isso aumentou a proporção de problemas de próstata e tumores em quatro gerações de animais descendentes da linhagem afetada. "Não só defeitos reprodutivos, mas também modificações de comportamento, defeitos renais e outros problemas foram observados."Como não houve mutações no DNA, Anway acredita que o fungicida tenha alterado o padrão de metilação dos genes. Metilação é o nome dado à adição de um radical de metila (CH3) a certos trechos do DNA depois da divisão celular. Esse radical funciona como um ponto final no "texto" genético, impedindo a célula de continuar "lendo" e transcrevendo aquela seqüência. Isso silencia ou atenua a expressão do gene -o que os cientistas chamam de mudança epigenética.O trabalho de Anway teve um sabor de vingança para Gladys Friedler, da Escola de Medicina da Universidade de Boston.Desde 1968, Friedler (que não revela a idade, dizendo apenas que tem "23 anos e envelhecimento precoce") se depara com evidências de que roedores adultos machos expostos a substâncias como morfina sofrem alterações reprodutivas e podem passá-las a seus filhos."Tratava machos com morfina e os cruzava com fêmeas que não haviam sido expostas. Quando vi que os animais na segunda geração tinham problemas, fiquei chocada."A cientista não conseguiu recursos para continuar. "Não via efeito genético algum", diz. "Naquela época, ninguém sabia o que era epigenética."
Moysés Galvão Veiga
Programa Vida Sustentável
Fones: (11) 9866-2207/6952-7351
P Antes de imprimir pense em sua responsabilidade com o MEIO AMBIENTE.

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008

O BARATO QUE SAI CARO!

O Mito do preço caro
Muitos consumidores têm se mostrado muito preocupados com a questão do preço dos produtos orgânicos. Afirma-se que o preço é caro e que por isso o consumo é menor. Mas avaliemos bem a questão do preço “caro”. Será que poderemos continuar poluindo as águas e o ar sem custo? Será que a limpeza desses recursos não nos custará nada? Será que os produtos tóxicos utilizados e que mais tarde se provam cancerígenos ou degenerativos não representam custo? Quanto vale a saúde de um Ser Humano? São estes custos que não são incluídos no produto convencional, que o fazem aparentemente barato. A sociedade geralmente entende saúde como necessidade de hospital e medicamento porém é muito mais barato trabalhar com prevenção, sendo perfeitamente cabível o consumo de produtos orgânicos. Só consumindo produtos orgânicos certificados você terá certeza de estar consumindo um produto naturalmente saudável, sem qualquer resíduo de agrotóxicos.
Consumindo produtos orgânicos você tem certeza de que não existe trabalho infantil envolvido, existe proteção das matas e dos rios, não está financiando poluição do ambiente, não existe mau-trato aos animais, e sua saúde se beneficia com uma melhor nutrição. O produto convencional pode ser muito barato aparentemente, porém o seu custo à sociedade é enorme.Inumeros estudos comprovaram maior concentração de nutrientes em alimentos produzidos de forma orgânica quando comparados a convencionais. Animais alimentados com esses cereais serão consequentemente melhor alimentados, produzindo alta qualidade.
Abaixo relatamos outros aspectos retirados da publicação de Darolt (2001): Para entendermos a questão do preço procuramos acompanhar o processo desde a produção até a comercialização. A baixa escala de produção orgânica, implica maiores custos (mão-de-obra; insumos) por unidade de produto, o que se reflete no relativo aumento de preços. Por último, os preços são maiores devido a custos extras com o processo de certificação e perdas econômicas durante o processo de conversão que são internalizados pelo produtor.
É fundamental reforçar que a concorrência econômica entre o sistema orgânico e o convencional é injusta, pois a agricultura convencional exclui dos cálculos da formação de preço a contabilidade ambiental, exteriorizando os impactos ambientais, ao passo que a agricultura orgânica interioriza esses custos.
Texto retirado do site www.ovorganico.com

terça-feira, 12 de fevereiro de 2008

O GRUPO DE COMPRAS FLORALI!

Livre Arbítrio
Livre-arbítrioNenhum lugar é mais apropriado para exercer o livre-arbítrio do que um supermercado. Milhares de opções estão envolvidas nas mais diversas e mirabolantes criações de marketing. Todos estão disputando com unhas e dentes o nosso suado dinheiro. Mas munidos de informações e esclarecimentos buscamos a alternativa dos produtos saudáveis, orgânicos, biodinâmicos, produzidos com respeito à natureza e a tudo o que é vivo. E, tendo encontrado estes produtos, nestes mesmos supermercados estão separados, dispostos em um setor específico, com preços bem específicos também. É uma "alternativa" muito cara para nossos bolsos, os preços são no mínimo o dobro dos produtos convencionais. Foi diante desta situação que o "Grupo de Compras" se formou. Será que estes produtos orgânicos e biodinâmicos são realmente mais caros assim?! Em contato direto com os produtores descobrimos que a realidade é um tanto diferente, na maioria são mais caros, mas a diferença pode ser menor do que a apresentada nas lojas. E porque não reunir um Grupo de pessoas e comprar direto dos produtores orgânicos e biodinâmicos, cobrando os custos da comercialização, dos telefonemas, do frete e do tempo de administração, e assim ter acesso aos produtos orgânicos com um preço justo e possível.Esta é a essência com transparência do Grupo de Compras, organizado por Alice e Florencia aqui no Morro do Querosene. Via internet divulgamos produtos disponíveis de pronta entrega e também reunimos pedidos e comunicamos a entrega. O nosso objetivo é divulgar e incentivar o consumo de produtos que são saudáveis, apoiar os produtores e estabelecer relações comerciais justas e possíveis. Entre em contato, conheça os produtos, compare preços, exerça seu direito de escolha.

Alimento Orgânico!

O que é alimento orgânico?
Os alimentos orgânicos são cultivados com insumos biológicos, respeitando o meio ambiente e as relações sociais, e preservam em si as qualidades do ambiente equilibrado em que foram cultivados. As características peculiares do clima, a fertilidade natural do solo, a pureza viva das águas que compõem estes alimentos são alguns elementos que, ordenados pela mão consciente do agricultor orgânico, resultam em alimentos mais compatíveis com a natureza viva do organismo humano, pois mantêm sua pureza, vitalidade, equilíbrio e valor nutritivo.
A garantia dessas qualidades é mantida desde o preparo do solo, passando por todas as práticas de manejo das culturas até o processamento para o consumo. Todos esses processos obedecem normas rígidas específicas para produtos orgânicos, estabelecidas pelas instituições certificadoras nacionais e/ou internacionais.

domingo, 3 de fevereiro de 2008

Castanha-do-Pará, uma atitude de prevenção!

Vale a pena entrar nos sites a seguir e ler todas as matérias. Castanha-do Pará é um produto brasileiro de muita importância econômica e uma fonte nutricional e preventiva riquíssima. E todo esse valor nutricional depende também do manejo e armazenamento. Por estas e por várias outras informações o produto tem que ser orgânico, para termos a certeza que ele está obedecendo a procedência e está trazendo benefícios ao povo da Floresta.

Colado do Site: pt.wikipedia.org/wiki/Castanha-do-pará
Efeitos da colheita
As castanhas-do-pará destinadas ao comércio internacional vêm inteiramente da colheita selvagem, e não de plantações. Este modelo vêm sendo estimulado como uma maneira de se gerar renda a partir de uma floresta tropical sem destrui-la. As castanhas são colhidas por trabalhadores migrantes conhecidos como castanheiros.
A análise da idade das árvores nas áreas onde houve extração mostram que a colheita de moderada a intensa coleta tantas sementes que não resta um número suficiente para substituir as árvores mais antigas à medida que elas morrer. Sítios com menos atividades de colheita possuem mais árvores jovens, enquanto sítios com atividade intensa de colheita praticamente não as possuem.[7]
Experimentos estatísticos foram feitos para se determinar quais fatores ambientais podem estar contribuindo para a falta de árvores mais jovens. O fator mais consistente foi o nível de atividade de colheita em determinado sítio. Uma simulação por computador que previa o tamanho das árvores em que pessoas pegavam todas as castanhas coincidiu com o tamanho das árvores encontradas nos sítios onde havia uma colheita intensa das castanhas.
Usos
Alimentação
As castanhas-do-pará possuem 18% de proteína, 13% de carboidratos e 69% de gordura. A proporção de gorduras é de aproximadamente 25% de gorduras saturadas, 41% de monoinsaturadas e 34% de poliinsaturadas.[carece de fontes?] Possuem um gosto um tanto terroso. O conteúdo de gordura saturada das castanhas-do-pará está entre o mais alto de todas as castanhas e nozes, superando até mesmo o da macadâmia. Devido ao gosto forte resultante, as castanhas-do-pará podem subtituir frequentemente macadâmias ou mesmo o côco em receitas. Castanhas-do-pará que permanecem em suas cascas tornam-se rançosas rapidamente. As castanhas também podem ser esmagadas para se obter óleo.
Nutricionalmente, as castanhas-do-pará são ricas em selênio, embora a quantidade de selênio varie consideravelmente.[8] São também uma boa fonte de magnésio e tiamina. Algumas pesquisas indicaram que o consumo de selêmio está relacionado com uma redução no risco de câncer de próstata.[9] Isto levou alguns analistas a recomendarem o consumo de castanhas-do-pará como uma medida preventiva.[10]. Estudos subsequentes sobre o efeito do selênio no câncer de próstata foram inconclusivos.[11]

Colado do site: http://sistemasdeproducao.cnptia.embrapa.br/FontesHTML/Castanha/CultivodaCastanhadoBrasilRO/index.htm

Fruta típica do norte do Brasil. A Castanha-do-pará pertence à árvore castanheiro. É um fruto com alto teor calórico e protéico. Uilização A castanha-do-pará é rica em selênio, que serve para prevenção de câncer nos pulmões e próstata. Esse selênio combate os radicais livres e agindo contra o envelhecimento.
É utilizado para fortalecer o cérebro.


O beneficiamento pode ou não ser feito. As castanhas com casca podem ser vendidas desidratadas ou semi desidratadas ou ainda a granel (sem beneficiamento). As castanhas sem casca (amêndoas) são obtidas quebrando-se manualmente e podem ser vendidas com ou sem película. Devido ao formato irregular, há uma grande porcentagem que se quebra (Vianna, 1972).Segundo Sant’anna (1985), aproximadamente 10% delas se quebram, reduzindo seu valor comercial a apenas 60%do das castanhas perfeitas e a utilização dessa quantidade, bem como parte da produção na forma de subprodutos, é alternativa para o aproveitamento dessa matéria-prima de alto valor agroindustrial. Yokoya et al. (1971) consideram que o armazenamento e a conservação da castanha-do-Pará constituem os problemas mais importantes para sua comercialização.
A castanha somente poderá ocupar um local de destaque na pauta de exportações e de mercado interno a partir do momento em que houver uma política de estímulo destinada ao produtor extrativista, mantendo o homem na floresta e aumentando a produção extrativista.
Pesquisas com o melhoramento genético e germinação estão em andamento para a obtenção de variedades mais precoces e técnicas mais aprimoradas de manejo e cultivo desta espécie, além da modernização dos modos de beneficiamento da produção e armazenagem.